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14 Outubro

Doença Celíaca

Doença Celíaca – DC

O que é a doença celíaca? 

É a intolerância permanente ao GLÚTEN. A Doença Celíaca (DC) geralmente se manifesta na infância, mas pode manifestar-se na fase adulta.

 

O que é Glúten?

É uma proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio e Cevada. Os alimentos derivados deste também possuem o glúten como o Malte (derivado da cevada).

O prejudicial ao intestino do paciente intolerante ao glúten são "as partes do glúten", que recebem nomes diferentes para cada cereal.

Vejamos: No Trigo é a Gliadina,

                 Na Cevada é a Hordeína,

                Na Aveia é a Avenina

                No Centeio é a Secalina.

IMPORTANTE: O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida à risca.

Os sintomas da Doença Celíaca?

Os sintomas mais comuns são: diarréia crônica, distensão abdominal, irritabilidade, emagrecimento, baixa estatura, anemia, desnutrição e regressão do desenvolvimento neuropsicomotor. Porém, os sintomas podem variar de um individuo para outro. Há, inclusive, casos em que os sintomas não estão presentes o que dificulta muito o diagnóstico.

O que acontece quando um paciente da Doença Celíaca ingere o glúten?

Ao entrar em contato com a mucosa do intestino delgado do paciente, o glúten desencadeia um processo inflamatório nesta região, alterando a mucosa intestinal e levando a má absorção de alimentos. Ele agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos alimentos.

Quais as formas da Doença Celíaca?

A CLÁSSICA

É frequente na faixa pediátrica, surgindo entre o primeiro e terceiro ano de vida, ao introduzirmos alimentação à base de papinha de pão, sopinhas de macarrão e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos.

Os sintomas mais comuns: diarréia crônica, desnutrição com déficit do crescimento, anemia ferropriva não curável, emagrecimento e falta de apetite, distensão abdominal (barriga inchada), vômitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, desnutrição aguda que podem levar o paciente à morte na falta de diagnóstico e tratamento.

NÃO CLÁSSICA

Apresenta manifestações monossintomáticas, e as alterações gastrintestinais não chamam tanto a atenção.

Os sintomas mais comuns: anemia resistente a ferro terapia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, prisão de ventre, constipação intestinal crônica, manchas e alteração do esmalte dental, esterilidade e osteoporose antes da menopausa.

ASSINTOMÁTICA

São realizados nestes casos, exames (marcadores sorológicos) em familiares de primeiro grau do celíaco, que têm mais chances de apresentar a doença (10%).

Se não tratada a doença, podem surgir complicações como o câncer do intestino, anemia, osteoporose, abortos de repetição e esterilidade.

Doenças Associadas

A Doença Celíaca é uma doença auto-imune, uma das mais prevalentes, estando associada a outras doenças auto-imunes, o que é reflexo da relação com o HLA.

HLA – É o diagnóstico de um laboratório de análise especializado em exames de imunogenética e histocompatibilidade para transplantes. Estudos recentes sugerem que o tempo de exposição ao glúten na infância é um importante fator determinante da prevalência de doenças auto-imunes associadas. Crianças com diagnóstico até dois anos e aderentes à dieta não costumam apresentar doenças auto-imunes, sendo esta uma das razões para o diagnóstico precoce.

Diabetes Melito tipo I (DM-I) e tireoidopatias auto-imunes são as mais prevalentes. A prevalência de Doença Celíaca em pacientes com DM -I é aproximadamente 3-8%. Episódios inesperados de hipoglicemia ou diarréia devem alertar os clínicos sobre a coexistência destas duas doenças.

A Doença Celíaca está associada a inúmeras outras doenças, tais como:

Lupus, Síndrome de Sjogren’s, poliarterite nodosa, hepatite auto-imune, colangite esclerosante, cirrose biliar primária, nefropatia IgA, doença pulmonar intersticial e Síndrome de Down. Há evidências que suportam a associação de Doença Celíaca e doença inflamatória intestinal, particularmente pro cite ulcerativa e colite microscópica.

Dermatite Herpetiforme

Pode ser considerada como uma variante da Doença Celíaca, onde o paciente apresenta lesões de pele pruriginosas, apresentando também intolerância ao glúten.

A dermatite herpetiforme, ou doença de Duhring-Brocq, é uma doença cutânea crônica e benigna que se caracteriza por uma sensação de queimadura intensa e coceira.

DIAGNÓSTICO DA DOENÇA CELÍACA

Existem alguns exames laboratoriais, como a determinação de anticorpos Anti-Gliadina, antiendomísio e anti-transglutaminase tecidual que medem a dosagem de anticorpos. Além destes, podem ser realizadas provas de absorção intestinal de açúcar e gordura que avaliam a absorção da D.Xilose e a dosagem de gordura nas fezes. Entretanto, somente após a biópsia do intestino delgado (BID) é que existe a confirmação da doença.

Exames

Anticorpos Anti-Transglutaminase IgG, IgM e IgA - A Transglutaminase tecidual (tTG) tem sido identificada com o principal auto-antígeno na doença celíaca.  A tTG pertence a diversas famílias de enzimas dependentes de cálcio que catalisam a formação de proteínas. A tTG se encontra amplamente distribuída nos órgãos humanos, estando associada com fibras que revestem a musculatura lisa e as células endoteliais. A tTG tem participação no mecanismo da matrix extra-celular e reparação tecidual, sendo que as gliadinas do trigo podem atuar como substrato para a reação da transglutaminase. Os anticorpos IgA anti-transglutaminase são marcadores altamente específicos para a doença celíaca e dermatite herpetiforme.

Anti-Endomíso (EMA) IgA - Altamente específico (100%, sendo o teste de preferência para o "screening" de Doença Celíaca. O teste ELISA apresenta maior sensibilidade do que o por imunofluorescência.

Anticorpos Anti-Gliadina (AGA) IgG e IgA - O teste IgC é sensível, mas pouco específico, enquanto o IgA é específico, mas pouco sensível. Quando usados em conjunto possuem especificidade de 80% e sensibilidade de 95%.

Anticorpos Anti-Reticulina - Aproximadamente 60% dos pacientes com doença celíaca possuem positividade para este anticorpo.

* Fonte Richet

DIETA NA DOENÇA CELÍACA

A dieta isenta de glúten na doença celíaca deve ser seguida rigorosamente. Este seguimento permite recuperação total de todos os sintomas que levaram ao diagnóstico da doença, evitando suas complicações.

Até o momento, apesar de todos os avanços da Medicina, ainda não há medicamento ou vacina que cure a doença. Isto é alcançado apenas com a dieta.

As dificuldades para seguir a dieta são inúmeras, já que, na nossa cultura, a farinha de trigo faz parte da maioria de nossos alimentos.

A maior dificuldade que encontramos está nos alimentos industrializados.

Contêm ou não contêm glúten? Alguns alimentos vêm com a indicação de que contêm "fibras vegetais". Em casos como estes, o melhor é evitar.

Dar preferência para alimentos naturais é sempre saudável para quem faz ou para quem não faz dieta isenta de glúten.

OBS: Outro cuidado que devemos ter é com o local em que são preparados certos bolos e biscoitos isentos de glúten. Se for dentro de uma padaria tradicional, com certeza estes alimentos conterão traços de glúten.

Queremos que os pacientes e seus familiares fiquem atentos a estes detalhes, mas de forma tranquila, sabendo sempre que uma boa fruta, uma boa salada de verduras e legumes, uma carne e o nosso famoso arroz com feijão substituem com sucesso qualquer alimento que contenha glúten.

Orientações importantes

O tratamento fundamental é a exclusão total dos alimentos e seus derivados que contenham glúten, isto é: TRIGO, CENTEIO, CEVADA e AVEIA. Em alguns casos os celíacos também são intolerantes à LACTOSE, sendo necessário um exame clínico adequado para determinar este diagnóstico.

De qualquer forma, é necessário que os seguintes cuidados sejam tomados:

Somente compre produtos alimentícios produzidos em padarias ou supermercados que tenham local separado para produção de alimentos sem glúten, por causa da contaminação ou traços de glúten.

Separe uma esponja ou bucha para lavar os utensílios de preparação sem glúten. Sempre lave bem toda a louça para não haver contaminação.

Não reutilize o óleo de frituras de alimentos com glúten, pois ele já está contaminado. Da mesma forma, procure se informar nos restaurantes se o óleo utilizado é novo.

Não coloque no forno ao mesmo tempo alimentos com e sem glúten.

Utilize vidros ou vasilhames dosadores para acondicionar geleia, mel, requeijão, maionese, manteiga ou margarina, ou qualquer outro produto de uso comum , evitando assim a contaminação ou traços de glúten.

Luvas cirurgicas e preservativos podem conter farinha de trigo na embalagem, entre em contato com o fabricante.

Alguns medicamentos podem conter farinha de trigo na composição, procure entrar em contato com o fabricante.

Aos católicos é sugerida a comunhão na espécie do vinho, já que a hóstia contém glúten.

Não comer alimentos ou recheios que sejam preparados com glúten e seus derivados.

Tenha sempre muito cuidado ao consumir produtos industrializados pois eles podem ter sofrido contaminação por glúten:

o no processo de fabricação, já que podem fabricar produtos com glúten e sem glúten no mesmo maquinário ou no mesmo ambiente.

o alguns fabricantes desconhecem sobre alimentos sem gluten e adicionam ao rótulo informações erradas, então leia sempre o rótulo a procura da inscrição" contém "ou" não contém glúten"), bem como a lista dos ingredientes. Na dúvida, não compre ou ligue para o SAC( Serviço de Atendimento ao Consumidor).

o a indústria pode modificar a composição do produto, portanto, leia todo o rótulo, antes de adquirir, mesmo sendo um produto que você tenha costume de comprar.

Alimentos permitidos

Nunca compre produtos a granel!

Leia sempre o rótulo e a lista de ingredientes toda vez que for comprar o produto, mesmo que já o conheça.

Farinhas permitidas:

- Creme de Arroz ou Milho

- Farinhas de Arroz, Milho, Mandioca ou Banana

- Flocos de Arroz, Milho e Quinoa ou Quinua

- Féculas de Batata ou Mandioca

- Polvilhos Azedo ou Doce

- Araruta

- Fubá ou fubá de canjica

- Amido de milho ou arroz

- Tapioca ou beiju

- Sagu

- Canjica

- Canjiquinha

Alimentos:

- Arroz, feijão, milho, soja, grão de bico, ervilhas

- Macarrão de arroz, soja ou feijão

- Frutas secas (ameixa, passas, damasco, banana etc)

- Castanhas, nozes, amendoins

- Sementes de linhaça, abóbora, papoula, girassol, gergelim

- Amaranto

- Quinoa ou Quinua

- Frutas no geral

- Legumes e verduras

- Batatas, cenouras, beterraba, mandioca

Bebidas permitidas:

- Todas que não contém em sua formulação nenhum dos alimentos proibidos nem seus derivados.

Carnes:

- Todas, desde que não sejam empanadas ou preparados com algum ingrediente que contenha glúten, por exemplo, industrializados como temperos, molhos e caldos.

Amaranto

Entre os cereais, ele é o que encontra maior quantidade de Proteínas, estas por sua vez se destacam por sua qualidade, que é de alto valor biológico. Isto torna-o uma ótima opção para atletas, praticantes de atividade física e idosos, pois estimula a recuperação e ganho de massa magra. Ele apresenta ação antioxidante, pois possui um composto chamado Esqualeno, encontrado em grande quantidade apenas em alguns peixes. Além disso, auxilia na melhora do sistema imunológico devido à proteção das células. O Amaranto é fonte de Vitaminas e Minerais importantes para o seu dia-a-dia como o Cálcio, Ferro, Fósforo, Potássio, Zinco e Vitaminas do Complexo B e Vitamina E. Não contém glúten e lactose.

Granola sem Glúten

Elaborada apenas com cereais sem glúten como flocos de milh light, flocos de arroz laminado, micro rice ball light, Farinha de linhaça, , semente de linhaça, gergelim, extrato de soja, adicionados a melado de cana, castanha do pará e uva passa. Trata-se de um produto para fins  especiais e além de não conter glúten também não contém coloesterol e gorduras trans.

Granola sem glúten Maça e Canela

Elaborada também com cereais sem glúten como flocos de milho light, flocos de arroz laminado, micro rice ball light, farinha de linhaça, semente de linhaça, gergelim, extrato de soja, adicionados a melado de cana, canela, mação desistratada e castanha de pará. Trata-se de um produto para fins  especiais e além de não conter glúten também não contém coloesterol e gorduras trans.

Semente de Linhaça Marrom

A semente da linhaça é um alimento que provém da planta do linho, pertencentes à família das Lináceas. Esta semente tem sido consumida desde a antiguidade e seus benefícios nutricionais são indiscutíveis. A semente da linhaça contém naturalmente ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 6), vitaminas e minerais.

Semente Linhaça Dourada Integral

A linhaça é a semente do linho (Linum usitatissimum), muito utilizada em culinária, sendo consumida com casca, que é rico em Ómega 3, Ómega 6 e Ómega 9. Considerada um alimento funcional, pois, além de ter suas propriedades nutricionais básicas,tem propriedades preventivas graças aos compostos antioxidantes e anticancerígenos. A Linhaça ajuda no período da menopausa, quando as taxas desse hormônio são baixas, sendo ela um importante agente natural na reposição desse hormônio.

Gersal

referência : GERGELIM 

(Sesamum indicum)

Delicioso tempero feito com gergelim torrado e sal marinho.

Existem três tipos de sementes de gergelim: as de cor branca, marrom e preta, sendo que a última apresenta mais características medicinais. O óleo de gergelim comumente utilizado é composto das três variedades.

O gergelim apresenta o sabor doce, característica neutra e ação principal no fígado e nos rins, nos quais aumenta a essência (Yin) e fortalece as funções. Igualmente tem efeito tonificador sobre o sangue.

Indicações para o uso do Gergelim 

- Tonifica o fígado e os rins;

- Umedece os cinco órgãos;

- Fortalece os tendões e os ossos; 

- Tonifica o estômago e os intestinos;

- Acalma o Qi do fígado;

- Clareia a visão;

- Refresca o sangue;

- Libera os efeitos tóxicos do calor;

- Tônico geral, principalmente após hemorragias;

- Deficiência de Qi baço/ pâncreas e dos rins;

- Fortalece os membros inferiores; 

- Combate dores lombares e de joelhos, impotência sexual; reumatismos;

- Evita a queda e branqueamento precoce dos cabelos.

O gergelim é rico em vitamina A, B1, B2, E, niacina, cálcio, fósforo, ferro, fibras e, principalmente, em óleos, dos quais 40% é constituído de ácido linoléico, ácido linolênico, ácido oléico e outros. 

O óleo de gergelim, largamente utilizado, deve ser empregado nas frituras vegetais, pois esta combinação evita a perda da essência dos mesmos. Também deve ser empregado para aqueles que fazem dieta exclusiva de vegetais, na qual faltam os óleos, principalmente os essenciais.

Dentre as gorduras poliinsaturadas contidas no óleo de gergelim, algumas são essenciais (ácido linoléico e ácido linolênico). O uso de óleo de gergelim é, portanto, importante, uma vez que o nosso organismo é incapaz de sintetizar esses ácidos graxos, que são indispensáveis no transporte de gorduras do sangue, promovendo assim a limpeza de gorduras saturadas sangüíneas, responsáveis pela hipercolesteroremia. 

Gergelim e o Sistema Digestivo

O gergelim umedece e lubrifica os intestinos. Esta ação deve-se à presença de ácido linol presente na casca de gergelim, aumentando o peristaltismo intestinal, o trânsito do bolo alimentar e ativando a circulação sangüínea ao nível da parede intestinal. Desta maneira evita a prisão de ventre e as hemorróidas. Nas gestantes com prisão de ventre em que o uso de laxativos é contra-indicado, deve-se tomar sopa de gergelim para solucionar este inconveniente. 

Gergelim e a Energia dos Rins

O gergelim nutre e fortalece a energia dos rins, aumentando, conservando e repondo a essência sexual.

Age sobre o coração, através dos rins, evitando as taquicardias. Conserva e nutre os cabelos evitando o branqueamento precoce, pois normaliza a função da melanina.

Associando-se o gergelim à papa de arroz integral, promove-se o aumento da lactação, pelo efeito já conhecido sobre a Energia do Canal Curioso do Vaso da Concepção.

Gergelim e a Energia do Fígado

O gergelim é utilizado para aumentar a acuidade visual, quer seja diurna, quer seja noturna, que é promovida pela presença de vitamina A.

A partir dos 45 anos, quando começa a diminuição da acuidade visual, é aconselhável ingerir gergelim de modo rotineiro.

Outra ação é sobre a hiperexcitabilidade do nervo periférico levando ao quadro de neurite. O gergelim também tem ação antinflamatória dos nervos periféricos. 

Gergelim e o Sangue

Nutre o sangue e aumenta a produção pela presença de ferro. Também atua aumentando a resistência da parede dos vasos sangüíneos e fortalecendo todas as células do corpo.

Óleo de Gergelim 

Apresenta sabor doce, característica refrescante, ligeiramente frio. Tem ação principal no intestino grosso.

Tem as funções de umedecer a secura, de favorecer o peristaltismo intestinal, de neutralizar as toxinas, de ser fortificante de Qi e de sangue, pois conserva as propriedades dos grãos de gergelim. É um meio ideal para retirar as vitaminas lipossolúveis dos vegetais.

Fécula de Mandioca

A fécula de mandioca tem as mesmas propriedades: espessante na gelatinização, liga estabilizante na retenção de líquidos e na engomagem. Mas possui um baixo índice de rejeição por não possuir nem sabor nem odor característico se incorporado a receitas sem interferir em seu resultado final. Também pode ser congelada já incorporada ao produto final e não contem glúten podendo ser utilizado na fabricação de produtos para os celíacos, doença na quais as pessoas não podem consumir produtos com glúten. Alem disso, possui um custo menor do que os outros amidos.

Fécula de Batata 

A fécula de batata  Utilizada na fabricação de pão de batata, na substituição do amido de milho (que não pode ser utilizado) em produtos congelados, na fabricação de macarrão instantâneo, bolos, tortas e massas em geral. Possui um aroma e sabor semelhante ao da batata, mas sendo a sua utilização mais simples e eficaz, pois esta em uma alta concentração.

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